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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Silvio Santos

Vou postar hoje a história de um dos homens mais bem sucedidos em sua carreira, ou melhor, carreiras(como apresentador e como empresário).

Filho de pai grego e mãe turca, Silvio Santos nasceu no boêmio bairro da Lapa, região central do Rio de Janeiro.
Aos 14 anos já era camelô, junto com o irmão Leon e um sobrinho de Adolpho Bloch. O primeiro tipo de produto que começou a comercializar foi capa para título de eleitor (o Brasil entrava numa fase de redemocratização após a ditadura do Estado Novo).
Um fiscal de posturas da prefeitura carioca, percebendo o potencial de voz de Silvio, o convidou a fazer um teste na Rádio Guanabara (atual Rádio Bandeirantes do Rio de Janeiro).
Silvio conquistou o primeiro lugar no teste da rádio, ganhando de nomes como Chico Anysio e José Vasconcelos, mas se manteve apenas 1 mês como radialista pois como ambulante ganhava mais.
Aos 18 anos serviu ao Exército Brasileiro como paraquedista, em Deodoro (bairro da Zona Oeste do Rio).
Sabendo que a carreira de camelô era incompatível com a de militar, Silvio decidiu ser locutor de uma rádio em Niterói.
Percebendo que as viagens das barcas Rio-Niterói eram marcadas pela monotonia, decidiu montar um serviço de alto-falantes nas embarcações. Nos intervalos das músicas, Silvio fazia anúncios de produtos.
Nas barcas para a Ilha de Paquetá, os passageiros faziam filas nos bebedouros d'água após dançarem as músicas tocadas por Silvio. Este então teve outra ideia: fez um acordo com a cervejaria Antarctica para vender cerveja e refrigerantes. Na compra, o consumidor ganhava uma cartela de bingo e concorria a prêmios como jarras e quadros.
A carreira de Silvio Santos em São Paulo começava se desenhar após um acidente com a barca aonde atuava. Com a embarcação no estaleiro, Silvio ficou sem poder exercer sua função. E o diretor da Antártica o convidou a passar um tempo na "Terra da Garoa".
Em São Paulo, Silvio começou a trabalhar em bares, apresentando espetáculos e sorteios em caravanas de artistas. Como Silvio Santos tinha um tom de pele muito claro, ficava vermelho com facilidade; por falar bastante, começou a ser apelidado "peru que fala". As caravanas do Peru falante ficaram conhecidas na capital de São Paulo, em cidades do interior e em outros estados.

O apresentador e empresário de televisão

Logo passou à televisão, adaptando o formato dos shows, espetáculos e sorteios que fazia no circo. Seu primeiro programa, Vamos Brincar de Forca, estreou em 1961 e era transmitido pela TV Paulista, à noite. Um grande sucesso. Em 1964, passou a comandar seu programa aos domingos, das 12 às 14h. No decorrer dos anos, o formato seria expandido e aprimorado no Programa Silvio Santos.
Paralelamente, Silvio partiu para novos empreendimentos: adquiriu de seu amigo Manuel da Nóbrega o Baú da Felicidade, empresa que vendia baús de presentes de Natal para crianças mediante pagamento em prestações. Depois de reformas no plano de negócios, a empresa ficou conhecida pela venda de carnês e sorteios.
Quando a TV Paulista foi incorporada à Rede Globo, Silvio seguiu pagando aluguel pelo seu horário dominical, revendendo o tempo dos anúncios a outras empresas. Na medida em que aumentava o sucesso do Programa Silvio Santos, Silvio tinha ótimos resultados financeiros. Realizava sorteios de carros, móveis e eletrodomésticos, o que motivou a expansão dos negócios do grupo (Móveis Tamakavy, concessionária de veículos Vimave).
Porém, no início dos anos 1970, Boni e Walter Clark, diretores da Rede Globo, promoveram reformas no padrão de qualidade da emissora, investindo em filmes, esporte, jornalismo e novelas, e acabando com os programas independentes. Para os executivos, o programa de Silvio Santos destoava da grade de programação.
O apresentador quase saiu da emissora em 1972, mas o próprio Roberto Marinho o convenceu a ficar, renovando contrato por mais quatro anos. Por este contrato, Silvio não poderia ser acionista ou dono de nenhuma outra emissora de televisão, o que motivou sua saída da Globo.
Dessa forma, a partir de 1976, Silvio começou a fazer programas na Rede Tupi (ao contrário do que muitos pensam, a Tupi nunca vendeu horários), assegurando a transmissão nacional de seu programa, ao mesmo tempo que lutava politicamente para obter seus próprios canais de televisão
[editar]A criação da TVS e a formação do SBT
No dia 22 de outubro de 1975, o presidente Ernesto Geisel assinou o decreto 76.488, outorgando a Silvio Santos o canal 11 do Rio de Janeiro. Silvio passou a transmitir seus programas simultaneamente na Tupi e na TVS (TV Studios).
Depois da falência da Rede Tupi, em 1980, o Programa Silvio Santos em São Paulo foi transferido para a Rede Record. Durante a década de 1980 Silvio chegou a ser dono de 50% da emissora do empresário Paulo Machado de Carvalho. Todavia, Silvio planejava ter uma rede nacional de televisão, produzir uma programação completa e usar o canal para seus sorteios e promoções.
Em 1981, através de um lobby com a primeira-dama Dulce Figueiredo, com quem tinha longas conversas por telefone, Silvio Santos obteve a licença para operar o canal 4 de São Paulo, que se tornou a TVS da capital paulista. A partir das emissoras do Rio e de São Paulo, surgiu o embrião do SBT. A rede se expandiu rapidamente através de afiliações, mas o Programa Silvio Santos continuava sendo transmitido simultaneamente pela Record, especialmente para alcançar o interior de São Paulo. A marca SBT passou a ser usada em toda a rede no final da década de 1980

A venda da Record

Em 1990, Silvio Santos e Paulo Machado de Carvalho vendem a Rede Record para Edir Macedo. Neste momento, Silvio já tem o SBT consolidado nacionalmente, o que tornava desnecessária a retransmissão do Programa Silvio Santos pela Record. Segundo se conta, Silvio não queria vender a sua parte da Record, mas foi convencido a isto depois de uma conversa telefônica com o presidente Fernando Collor de Mello[carece de fontes]. Contudo, o canal 9 do Rio de Janeiro, antiga Record, continua sob seu comando com o nome de TV Corcovado até ser vendido para o Grupo Martinez. Silvio Santos é citado por muitos como um dos homens mais ricos e poderosos da América Latina, tendo uma fortuna pessoal estimada em R$5,7 bilhões de reais, e recebe atualmente o maior salário da televisão brasileira, R$1,7 milhões mensais.

O sequestro

Sílvio Santos
Em 21 de agosto de 2001, a filha de Silvio Santos, Patrícia Abravanel, foi sequestrada na porta da própria casa, no Jardim Morumbi, em São Paulo. Depois de alguns dias de negociação, o resgate foi pago e Patrícia foi libertada. O sequestrador Fernando Dutra Pinto acabou sendo perseguido pela polícia e matou a tiros dois policiais. Sem ter para onde ir, acabou invadindo a casa de Silvio Santos no dia 30 de agosto; o apresentador estava na sala de ginástica fazendo exercícios. O sequestrador manteve Silvio e toda sua família como reféns. Silvio convenceu o sequestrador a libertar rapidamente as outras pessoas da família e seguiu em cativeiro em sua própria casa durante sete horas. Fernando só se entregou com a chegada do governador Geraldo Alckmin, que garantiu a integridade do criminoso. Alguns meses depois de preso, no dia 2 de janeiro, Fernando morreu em consequência de uma infecção generalizada causada por um corte profundo nas costas. Há indícios de que a morte do detento tenha sido causada por maus tratos e negligência médica.[4]
O caso mudou a rotina de Silvio Santos, que por sua própria popularidade pensava que dificilmente seria sequestrado.

O Grupo Silvio Santos

O Grupo Silvio Santos é formado por 44 empresas, que completou em 2008, 50 anos de atuação com cerca de onze mil funcionários, incluindo entre as mais conhecidas, o Baú da Felicidade, a rede de lojas do Baú, a Liderança Capitalização (que opera a Tele-Sena), o Hotel Jequitimar, a Jequiti Cosméticos, o Banco PanAmericano e empreendimentos agropecuários e imobiliários como a Sisan. Apesar de tido como um "comprador nato", Silvio se desfez de algumas empresas nos anos 1980: o CLAM (Clube de Assistência Médica), o plano de aposentadoria privada Aposentec e as lojas de móveis Tamakavy. Sobre o CLAM, Silvio reiterou ser muito difícil administrar uma empresa de saúde e que se sentiria indiretamente responsável por falhas que provocassem morte ou graves danos.

Crise no Grupo Silvio Santos

Em 8 de novembro de 2010, o Grupo Silvio Santos entra em crise financeira por conta de um rombo ocorrido no Banco PanAmericano, também pertencente ao grupo. O prejuízo dado pelo banco somou uma quantia próxima a R$ 2,5 bilhões, o que provocou a necessidade de empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Crédito para recuperar o banco. Em razão desse empréstimo, o Grupo Silvio Santos colocou como garantia para pagamento do empréstimo algumas empresas do grupo, incluindo o SBT, a Jequiti Cosméticos e o Baú da Felicidade, agravando a crise em que a emissora entrou a partir de 2007, quando perdeu a vice-liderança para a Rede Record. O prazo para pagamento desse empréstimo seria de 10 anos.
O empresário e apresentador Silvio Santos, controlador do PanAmericano, estava disposto a vender o controle do banco como forma de honrar o empréstimo de 2,5 bilhões de reais recebido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Venda do Banco PanAmericano

Em 1 de fevereiro de 2011, o empresário Silvio Santos anunciou a venda do Banco PanAmericano ao BTG Pactual , por R$ 450 milhões. O empresário afirmou que não tem mais nenhuma dívida com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC).


Rodrigo Souto - @rodrigosoutosm

sábado, 2 de abril de 2011

Abilio Diniz



Abilio dos Santos Diniz nasceu em São Paulo, em 28 de dezembro de 1936. Católico praticante, vai à missa semanalmente e freqüenta a igreja Santa Rita de Cássia, na Vila Mariana, todo dia 22. Sua mãe, Floripes, foi sua principal influência no catolicismo. O pai Valentim iniciou-lhe, desde cedo, no mundo do trabalho e dos negócios. Sua vida é marcada pela paixão esportiva, convertida em ferramenta de autoconhecimento, busca do equilíbrio e evolução pessoal.
O primeiro lugar onde se percebeu uma pessoa hábil e se sentiu vitorioso foi debaixo de um gol, nos jogos de futebol de rua no bairro do Paraíso, onde morou durante a infância, ou na Várzea do Glicério, perto da segunda padaria do pai, na Liberdade. Nesses ambientes, ao longo dos anos 40, Abilio começou a fortalecer seu espírito e seu corpo e também a testar sua capacidade de liderança. O talento de goleiro no futebol, e depois nas lutas, deu-lhe autoestima e consolidou sua crença na capacidade do esporte como atividade transformadora. Começou a praticar atividades físicas com regularidade aos 11 anos, quando ainda estudava no Colégio Anglo Latino, escola onde cursou os dois primeiros anos do ginásio. Sem perder de vista o futebol, aprendeu judô, boxe e capoeira e, ainda adolescente, iniciou-se na musculação e no levantamento de peso, na academia Atlas, em pleno centro de São Paulo.
Abilio conseguia conciliar sua rotina de esportista com suas responsabilidades de estudante. Após o término do segundo grau no colégio Mackenzie, foi para a recém-criada Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 1956. Lá, fez parte da segunda turma da graduação e teve seu interesse despertado pela pesquisa acadêmica na área de Economia.
Finalizado o curso de administração, Abilio pensou seriamente em trabalhar em uma multinacional ou continuar seus estudos de pós-graduação nos Estados Unidos. Chegou a fazer exames para a universidade de Michigan, mas quando já estava de malas prontas, seu pai lhe propôs a abertura de um novo tipo de negócio chamado supermercado. Abilio refez seus planos, assumiu um cargo executivo na empresa e encabeçou o projeto de implantação do primeiro supermercado Pão de Açúcar, inaugurado em abril de 1959, na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, bem perto de onde funcionava a doceira aberta por Valentim onze anos antes.
Começava aí o longo período de vitórias no esporte e de prosperidade na carreira do empresário. Já no ano seguinte, Abilio se casaria com Auri. Juntos tiveram quatro filhos: Ana Maria, João Paulo, Pedro Paulo e Adriana. Os supermercados atraíam a classe média e eram sucesso no Brasil. Em 1963, foi aberta a segunda loja, na rua Maria Antonia, em Higienópolis. Em 1965, adquiriu a rede Sirva-se, pioneira do negócio em São Paulo, junto com o Peg-Pag.
Em 1968, o Pão de Açúcar já contava com 40 supermercados e 1.642 funcionários e Abilio se firmara como um destacado executivo da empresa, jovem e empreendedor. Também mantinha uma nova rotina esportiva, agora orientada para a velocidade. No final dos anos 60, começou a disputar provas de motonáutica e conquistou o tricampeonato brasileiro, em 1968, 1969 e 1970. Em outras pistas, disputou provas de automobilismo e ganhou, em dupla com o irmão Alcides, as Mil Milhas de Interlagos, em 1970.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Novidade!

Eu e o Pedro Henrique tivemos uma ideia hoje, contar as historias de milionários de sucesso, do Brasil e do mundo, e hoje eu vou começar com ninquem mais ninquem menos que o brasileiro Eike Batista, que em 2010 foi o homem que mais ganhou dinheiro segundo a revista americana Forbes, saltando de 62º para 8º no ranking dos homens mais ricos do mundo, e hoje e o homen mais rico do Brasil com um património "ligeiramente" grande avaliado em USS 27 Bilhões, dinheiro que aplicado na poupança renderia algo em torno de R$ 200 000 000, 00 ( muitos zeros né, isto é 200 milhões de reais) ao mês, eu vou contar a história dele aqui baseado no que eu já li e nas entrevistas que eu já vi, não vou copiar de nenhum site porque acho pouco original e por isso pode não estar muito completo e conter alguns erros.
   Bom, vou começar pelo pai que é Eliezer Batista, que foi ministro de minas e energia no governo de Jânio Quadros e no governo Color, foi um dos caras que idealizaram e fundaram a estatal Vale do Rio Doce que na década de 90 foi privatizada, Eike(se pronuncia Aique) disse em uma entrevista no Roda Viva da TV Cultura(quem quiser ver a entrevista me fala que eu passo o link do YouTube, são 6 partes de 15 minutos totalizando 1 hora e meia) que não teve muita influência nem afeto do pai na infância porque ele viajava muito, e disse também que a maior herança e a única que ele recebeu foi a educação (Eike é poliglota) e até porque o pai não teve muita facilidade para acumular dinheiro. O pobre brasileiro começou a ganhar dinheiro depois de ser formar, foi pro mato em busca de minas de ouro, sem capital resolveu pegar 500 mil dólares emprestados que depois de investidos em uma mina de ouro na Amazonia  junto com outros 9 rendeu 60 milhões de dólares, assim Eike aos 22 anos anos teve direito a 10% de todo valor, sendo isso seus primeiros 6 milhões de dólares. Eike persistiu no ouro e viajou o mundo em busca de minas de outro, Canadá, Rússia, Bolívia,Brasil e outros países, alguns ele teve muito sucesso e outros nenhum, mais incentivado por empresários, executivos brasileiros e americanos Eike persistiu na mineração, sendo ouro e pedras preciosas, Eike hoje tem 8 minas de ouro, mais Eike visava um setor mais lucrativo, como o petróleo, Eike tinha dinheiro para investir(claro quem tem 8 minas de ouro não pode ser pobre), e na teoria dele país era ainda um país virgem na questão de exploração de petróleo, porque os empresários brasileiros são muito medrosos têm medo de perder dinheiro, pois furar um poço de petróleo é arriscado, você pode furar e não achar nada, e isso é brincadeira de gente grande, porque furar um poço pode custar até USS 100 000 000, e a chance de achar algo é de 50%, ele sem medo algum construiu 15 plataformas de petróleo fundando então a OGX Petróleo, e assim Eike foi progredindo nos setores de mineração petróleo e portos, Eike é bom investidor, não tem medo de riscos e teve sorte, por isso aos 53 anos ele é o homen mais rico do brasil, e disse que até 2020 vai ser o homen mais rico do mundo. Obs.: Eike é surpeticioso, todos as suas (8 ou 5) empresas terminam com X, que significa multiplicação.

Rodrigo Souto